Lixeira de Hulene: Munícipes agastados com a morosidade do inicio das obras que visam o encerramento da lixeira

Lixeira de Hulene: Munícipes agastados com a morosidade do inicio das obras que visam o encerramento da lixeira

Passam quatro (4) meses após o lançamento da primeira pedra das obras de implementação do projecto que irá permitir segurança e um encerramento adequado da Lixeira de Hulene, baseado na tecnologia Método Fukuoka. O método Fukuoka consiste basicamente em organizar os resíduos de forma mais eficiente e menos nociva à saúde pública.

Contudo, volvidos quatro meses após a promessa do Governo acabar com a poluição ambiental no bairro de Hulene, as referidas obras ainda não tiveram inicio, facto que preocupa os residentes locais e não só. As obras pararam e o governo não se pronuncia em relação a este assunto. Mas continuamos com os mesmos problemas: poluição do ar, proliferação de ratazanas, insectos, o cheiro nauseabundo, etc,” desabafou Cristalina Langa, moradora local.

Dentre várias queixas dos residentes próximos à Lixeira de Hulene, há relatos de gente que não que não prega sono e que está constantemente com problemas respiratórios, devido a poluição do meio ambiente.

Diante deste cenário a população procura respostas junto do Governo visando saber a razão do não inicio das obras que tinha o término previsto para o mês de junho de 2020. ”Hoje estamos em abril e as obras ainda nem se quer começaram? Que medida o Governo está tomar para evitar um deslizamento da lixeira como o que ocorreu em fevereiro de 2018? Porque é que o município ainda não apareceu a informar os reais motivos do não inicio das obras?”, questionam os munícipes.

São várias as questões que se colocam e todas elas espelham o clima de medo, preocupação e descontentamento que assombra todas as pessoas que vivem nas proximidades da Lixeira de Hulene, pois não vêm num futuro próximo os seus problemas resolvidos ou minimizados como lhes fora prometido aquando do lançamento da primeira pedra da obra do projecto que seria implementado pelo Concelho Autárquico da Cidade de Maputo, sob tutela do Ministério da Terra e Desenvolvimento Rural com o apoio da Embaixada do Japão.

 

 

 

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