Livaningo apela maior coordenação entre sector privado e governo na preservação do património maritimo de Moçambique

Livaningo apela maior coordenação entre sector privado e governo na preservação do património maritimo de Moçambique

A Livaningo participou no passado dia 16 do mês em curso, num “workshop” sobre o lançamento do projecto de pesquisa intitulado “Envolvimento Comunitário e Investimento Social para uma Gestão Inclusiva e Sustentável do Património Maritmo em Moçambique”. A Livaningo vem implementando na área de gestão de recursos naturais, acções de lobby e advocacia na gestão sustentável do património maritimo.

Por exemplo, a Livaningo ajudou a fortalecer o Fórum das Organizações da Sociedade Civil para a Área Marinha e Costeira (FOSCAMC ) em matérias de advocacia, visando garantir que estes implementem acções de advocacia em prol de um ambiente marinho e costeiro sustentável, e monitorem o processo MSP ao longo das regiões costeiras. Para além de fortalecer instituições privadas que lidam com os problemas marinhos, a Livaningo está engajada especificamente no ordenamento de espaço maritimo, onde contribui na preservação dos espaços públicos.

A Livaningo apela por isso, uma maior coordenação entre sector privado, comunidades locais e governo na preservação do património maritimo do país, até porque um dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pelas Nações Unidas é a conservação e uso de forma sustentável dos oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

O evento promovido pelo Kaleidoscopio – Pesquisa em Políticas Públicas e Cultura que é uma instituição de pesquisa independente, elencou diversos desafios que grassam a gestão sustentável do património maritimo no país tais como: a falta de grupos focais a nivel distrital; poucas acções de sensibilização nas comunidades sobre a importância do património cultural; capacitação de recursos humanos; falta de diálogo entre diferentes niveis e instituiçoes, etc.

O “workshop” contou com a participação de pesquisadores, docentes, organizações da sociedade civil operando em Moçambique, Universidade Eduardo Mondlane e representantes de instituiçoes nacionais que operam no sector da cultura e de turismo.

 

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