Livaningo exige a suspensão imediata dos planos de exploração mineira nas praias de Inhambane

Livaningo exige a suspensão imediata dos planos de exploração mineira nas praias de Inhambane

A Livaningo, acompanhou com preocupação a concessão de praias de Inhambaneà empresa a Savannah em parceria com Rio Tinto, na dimensão de 400 quilômetros quadrados (equivalente a um quarteirão de 20 km de cada lado) para extrair os minerios vulgarmente chamados de areias pesadas: titânio e zircão. A concessão inclui 20 km da estrada N1 norte-sul principal entre Inharrime e Maxixe, bem como parte da estrada de ligação entre Jangamo e Inhambane.

O exercício de exploração de áreas pesadas nas zonas costeiras implica dragagem e filtração das areias para posterior separação dos minérios pretendidos. Esse processo origina crateras e destrói dunas que têm a função de proteger a costa da invasão da água do mar, além do grande valor em termos de biodiversidade. Igualmente este tipo de exploração pode causar diversos tipos de impactos ambientais aos ecossistemas marinhos e costeiros, principalmente devido à destruição de habitats, que é um dos principais factores que causam o declínio do número de espécies em todo o mundo. Para além de interferir directamente no fundo do mar. As actividades de mineração podem causar um aumento da turbidez da água, com consequências para a produtividade primária local. Também podem provocar a erosão dos solos, introduzir e promover a liberação de nutrientes, causando a eutrofização e também a introdução de substâncias tóxicas, que quando incorporadas à biota, alteram o crescimento, a taxa de reprodução e a sobrevivência das espécies. Continue lendo aqui

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